Governadora do RN publica artigo lembrando um ano de casos da Covid-19

14/03/2021

A governadora Fátima Bezerra (PT) publicou artigo neste domingo (14), no jornal Tribuna do Norte, intitulado “Um ano em defesa da vida, da ciência e da saúde”, lembrando a passagem de 1 ano do primeiro caso de Covid-19 no país e no RN, em que diz que não terá paz enquanto o povo potiguar chora a partida dos seus entes queridos.

Com 179.824 casos confirmados da doença, até a última sexta-feria (12), o Rio Grande do Norte se aproxima dos 4 mil óbitos.

“Não descansarei enquanto todo o povo potiguar não estiver vacinado. Não sossegarei enquanto pacientes estiverem à espera de leitos de UTI”, destaca ela.

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Blog do Antônio Martins

Em um ano Rio Grande do Norte teve perda de 112 mil postos de trabalho

14/03/2021

A taxa média de desocupação em 2020 foi recorde em 20 estados do País, acompanhando a média nacional, que aumentou de 11,9% em 2019 para 13,5% no ano passado, a maior da série histórica.

No intervalo de um ano, a população ocupada do Rio Grande do Norte reduziu em 112 mil pessoas, o equivalente a pouco menos da metade da população de Parnamirim. Com a queda, o nível de ocupação desceu a 41,8%, menor índice desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A redução foi de 8,5% no comparativo entre os anos de 2019 e 2020. De acordo com os dados, a população ocupada saiu de 1,319 milhão, em 2019, para 1,207 milhão no ano passado. Na série histórica, o pico de ocupação ocorreu em 2015, quando 1,338 milhão de pessoas estavam trabalhando no RN. Em 2012, eram 1,258 milhão, aponta levantamento.

A PNAD Contínua mostra que, no ano passado, o Estado tinha 2,886 milhões de pessoas em idade de trabalhar, 2,2% a mais que o total no ano anterior (2,825). Entre 2012 e 2020, essa população cresceu 12,07%, mas o número de pessoas ocupadas caiu 4,05%. Já a população na força de trabalho, que agrega ocupados e desocupados (aqueles que estão em busca de trabalho e estão disponíveis para assumir uma vaga) registrou uma queda de 5,6% entre 2019 e 2020, passando de 1.515 milhão para 1,433 milhão. Dessa população total na força de trabalho, 226 mil estavam desocupados, segundo cálculo feito pela TRIBUNA DO NORTE, a partir da PNAD Contínua–Retrospectiva 2012-2020/Médias anuais. No ano anterior, eram 199 mil, uma redução de13,56%.

Os dados mostram ainda um total de 691 mil pessoas de 14 anos ou mais desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas ou na força de trabalho potencial, no ano passado, ante um total de 639 mil em 2019. Desde o início da série histórica da Pnad Contínua esse contingente, que em 2012 era de 459 mil, cresceu 50,54%.

Os números da PNAD apontam para uma taxa anual de desocupação no RN de 15,8% em 2020 – a maior desde 2012 (11,4%) e acima 2,7 pontos percentuais ante o percentual verificado no ano passado (13,%). A taxa média de desocupação em 2020 foi recorde em 20 estados do País, acompanhando a média nacional, que aumentou de 11,9% em 2019 para 13,5% no ano passado, a maior da série histórica. Em 2020, as maiores taxas de desocupação ficaram com Bahia (19,8%), Alagoas (18,6%), Sergipe (18,4%) e Rio de Janeiro (17,4%), enquanto as menores com Santa Catarina (6,1%), Rio Grande do Sul (9,1%) e Paraná (9,4%). Os maiores baques, em perdas de vagas, foram em comércio (-1,702 milhão), serviços domésticos (-1,198 milhão ) e alojamento e alimentação (-1,172 milhão). Todos os três setores bateram recordes de demissões. A indústria também demitiu em massa, alcançando quase um milhão de vagas extintas, aponta a PNAD.

Análise

A recuperação do mercado de trabalho demandará tempo e dependerá da evolução da pandemia do novo coronavírus, avalia Adriana Beringuy, analista da Coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE nacional. “Foram perdas muito profundas. Reverter esse quadro vai demandar não só tempo, mas o que vai acontecer ao longo desse tempo: como as atividades econômicas vão operar e as questões do controle sanitário”, disse ela.

“Para o início deste ano, a expectativa é de crescimento ainda moderado do ritmo e da qualidade da retomada do mercado de trabalho. Os limites estão associados à recente renovação das medidas de isolamento social, ao lento início da vacinação, e ao fim das políticas de incentivo fiscal e monetário às famílias e empresas. Como o mercado de trabalho deve ser insuficiente para absorver os atuais inativos, deve haver aumento da taxa de desocupados”, diz Lucas Assis, analista da Tendências Consultoria Integrada.

“Tive que começar a tentar me reinventar”

Antes da pandemia, Myrianna Albuquerque, de 38 anos, tinha uma base sólida de clientes para trabalhar com marketing digital. Apesar de não possuir vínculo empregatício formal, a mãe de duas filhas conseguia se manter trabalhando como freelancer em Recife, onde viviam. Em 2020, voltou para Natal e teve de recomeçar. Passou a buscar mais clientes e oportunidades de emprego, que não surgiam. “Enviei currículo para agências de publicidade, mas não tinha nem retorno. Tive que começar a tentar me reinventar”, conta.

A situação de Myrianna não é única. No Rio Grande do Norte, a mais recente Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do IBGE revelou uma taxa de desocupação, em 2020, de 15,8%, a maior taxa desde 2012. Em números absolutos, estima-se que 226 mil potiguares estevam na busca ativa por emprego, sem respostas do mercado.

Apesar do RN ter tido uma taxa semelhante a de 2017, o cenário vivido em 2021 é muito diferente. A subsecretária do Trabalho da Secretaria do Estado do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social (Sethas), Josiane Bezerra, explica que, diferente daquele período, o cenário atual é de incerteza, provocada pela pandemia.

“Na década passada a capacidade de criação de vagas pelo mercado de trabalho praticamente triplicou, nós chegamos a entrar em situação de pleno emprego”, afirma. Ela diz que os primeiros meses após a pandemia foram difíceis para o mercado de trabalho no Estado, com muitos postos fechados. A partir do segundo semestre, a economia começou a reaquecer, e alguns dos postos foram reabertos.

“Se formos verificar os dados do ano passado, no primeiro semestre as vagas desaparecem no Brasil inteiro. Tanto que terminamos o ano comemorando o saldo positivo entre admissões e demissões no Rio Grande do Norte”, diz ela. Segundo Josiane, o fato do Estado depender fortemente do setor de serviços pesa para a situação atual do mercado de trabalho. “Ele foi um dos mais afetados pela pandemia”, declarou.

Muitos, como Myrianna, tiveram que buscar alternativas e começar a empreender por conta própria para tentar sustentar a família. Para ela, que é mãe de duas filhas, a situação é ainda mais difícil: com a pandemia, o ensino presencial nas escolas foi suspenso, e ela precisa dar conta de ajudar as crianças a participar do ensino remoto. “Meus pais são idosos, então eu não tinha com quem deixá-las. Isso complica muito na hora da recolocação no mercado”, disse.

Recentemente, Myrianna começou a montar uma nova empresa voltada para o setor audiovisual, e espera que o negócio possa crescer, nos próximos meses. “Eu ainda consegui ficar em casa com o auxílio emergencial, mas com o fim do auxílio realmente não consegui outra forma de renda”, declara.

Para tentar facilitar a divulgação das vagas, a Sethas tem buscado, através do Sistema Nacional de Empregos (SINE), fazer a ponte entre empregadores e desempregados. A maior parte das demandas durante a pandemia, no entanto, têm sido para acessar o seguro-desemprego. O atendimento presencial no SINE está suspenso, mas assistência continua de forma remota, a partir das redes sociais e por telefone de 8h às 13h.

Flávio Queiroz: “Crise atingiu todas as classes de trabalhadores”

No intervalo de um ano, a população ocupada do Rio Grande do Norte reduziu em 112 mil pessoas ( 8,5% de 2019 para 2020), com o nível de ocupação caindo ao menor índice desde 2012 (41,8%). Que avaliação o senhor faz?

Os resultados da Pnad Contínua evidenciaram que o ano de 2020 agravou a difícil situação do mercado de trabalho do Rio Grande do Norte, o que é realidade desde 2016. De 2012 a 2015, o nível de ocupação manteve-se em aproximadamente, 49%, ou seja, cerca de metade da população com idade de trabalhar (14 anos ou mais) estava ocupada. De 2016 a 2019, a situação mudou, o nível de ocupação caiu para uma média de 46,5%, chegando ao nível mais baixo em 2020, principalmente por causa das condições do Estado no contexto da pandemia de Covid-19. A queda do nível de ocupação é consequência de uma saída de parte da população adulta do mercado de trabalho, tendo em vista a perda de 112 mil postos de trabalho, e também da fragilidade da economia norte-rio-grandense para enfrentar a crise e a decadência do mercado, que está evidente desde 2016.

O nível de ocupação ficou abaixo de 50% em 15 estados, sendo todos do Nordeste, cinco do Norte e o Rio de Janeiro. O que puxou essa queda?

Os estados do Norte e do Nordeste possuem uma dinâmica do setor privado bastante diferente das demais unidades da federação do país, principalmente do Sul e Sudeste, com exceção do Rio de Janeiro. Um dos fatores que puxaram a queda do nível de ocupação foi a forte relação das economias com o setor de serviços, não integrado aos setores da indústria e da agropecuária. No Nordeste, especialmente, o turismo e as atividades de alojamento e alimentação têm grande importância, algo semelhante acontece no Rio de Janeiro, que sofre também com problemas na política estadual. O cenário em geral foi negativo no país, mas nos estados com maior queda do nível de ocupação foi ainda mais por causa da baixa dinâmica do setor privado.

Além do impacto da pandemia que fatores podem ter sido gatilho para essa redução?

Um fator muito importante é o vínculo muito forte da economia do estado com o setor de serviços, que teve a segunda maior queda entre as unidades da federação (15,7%), menor apenas que Alagoas (16,1%). Isso, somado à falta de ligação do setor às cadeias produtivas da indústria e da agropecuária, prejudica a dinâmica do mercado de trabalho. A falta de políticas industrial e agropecuária voltadas para a criação de trabalho e renda também influenciaram na baixa do nível de ocupação no mercado potiguar. Com o orçamento público mais voltado para atender as urgentes demandas de gastos com a equipamentos e contratações na área de saúde, além do ambiente de incerteza para o setor privado, ficou prejudicada também a possibilidade de maiores investimentos nas diversas atividades da economia, diminuindo as condições de geração de emprego e renda.

O senhor acredita em recuperação desses números ainda nesse semestre?

A mudança depende de política pública nos âmbitos nacional, estadual e municipal e da participação da iniciativa privada. Dificilmente, haverá recuperação ao nível de 2019 ainda neste semestre, pois o impacto da pandemia na economia foi muito forte. A recuperação ao nível pré-pandemia é possível com medidas de inventivo à iniciativa privada, como linhas de crédito para financiar novos investimentos, e ações governamentais que assegurem mais estabilidade social e econômica nos próximos semestres, como a vacinação da população e assistência a micro e pequenas empresas, a fim de evitar mais perdas de postos de trabalho.

No RN, o Rendimento médio de todos trabalhos efetivo aumentou 7,7%. Em um ano de pandemia e corte de salários, o que levou a esse crescimento?

A crise atingiu todas as classes de trabalhadores, mas principalmente as de renda mais baixa, como os trabalhadores domésticos. Com a diminuição da quantidade de pessoas ocupadas com renda menor, verifica-se como consequência a elevação da média de rendimentos, não refletindo necessariamente que as pessoas passaram a ganhar mais. O que isso indica é um aumento da participação no mercado de trabalho dos trabalhadores com maior rendimento médio.

Crédito da Foto: Magnus Nascimento

Fonte: TRIBUNA DO NORTE

Bolsonarista fazem carreata nas ruas de Mossoró

14/03/2021

Bolsonaristas do grupo mossoroense Patriotas resolveram desafiar o decreto estadual e marcaram uma carreata para este domingo (14). Pelo decreto do Governo do Estado, fica determinado o toque de recolher durante todo o dia de hoje, o que foi ignorado pelos manifestantes.

O grupo se concentrou às 8h no centro da cidade, em frente ao Tiro de Guerra 07-010. A carreata percorreu diversas ruas e avenidas cobrando a flexibilização das atividades econômicas e contra o toque de recolher imposto pelo estado durante a semana, e aos domingos de forma integral.

Os organizadores pediram que os manifestantes que participaram do ato, usassem mascara, álcool em gel e mantivessem o distanciamento social. Eles pediram também que levassem bandeiras do Brasil e vestissem verde e amarelo.

Fonte: Portal Potiguar 

Governo do RN analisa decreto com medidas mais restritivas

14/03/2021

O Governo do Rio Grande do Norte analisa apertar ainda mais as medidas restritivas para conter o aumento de casos e mortes em decorrência da covid-19. A situação permanece crítica, com ocupação dos leitos críticos para a doença em 96% em todo o Estado e houve uma piora da situação da pandemia em 59 cidades potiguares. Nessa sexta- feira (12), o secretário de Estado da Saúde Pública, Cipriano Maia, e pesquisadores do Comitê Científico Estadual apresentaram uma análise dos dados sobre o atual momento da pandemia e apontaram o isolamento como a principal forma de fazer a curva de casos e mortes cair.

“Nós temos um decreto vigente até dia 17 e já estamos em discussão da renovação desse decreto que poderá ter medidas mais restritivas como as que foram recomendadas aos municípios", declarou Cipriano Maia. Sem melhora no quadro da pandemia, ele disse que teria que limitar ao funcionamento das atividades essenciais para que a população fique mais tempo em casa e evite aglomerações.

Como o número de casos continua crescente e o pico de internação geralmente ocorre numa média de 15 dias após o contágio, a preocupação é de que nas próximas semanas a situação se agrave e exija uma nova paralisação das atividades. “Precisamos entender a gravidade do momento. Que as pessoas só devem sair de casa para atividades essenciais, usarem máscara corretamente, manterem distanciamento, evitando contato aproximado, para evitar o contágio. Isso é o que faz a curva da pandemia cair", enfatizou.

O chamado lockdown ainda não é a opção que o Governo pretende adotar, nem a sugerida pelo Comitê Científico. O professor Ricardo Valentim, coordenador do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS/UFRN) e membro do Comitê, explicou que antes de determinar essa medida extrema, é possível adotar outras mitigadoras.

“Para pode decretar bloqueio total, precisa das condições sociais estabelecidas, além de observar a autonomia e competência de cada ente. Nem a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda lockdown como medida primária, mas, sim, um conjunto de ações restritivas antes disso. As recomendações do Comitê estão refletidas em grande parte do decreto já em vigor", apontou Valentim. Até essa sexta-feira (12), o RN contabilizou 179.824 casos confirmados 3.857 mortes pela covid. A ocupação dos leitos nas unidades de saúde estava em 96% com 105 pessoas na fila de espera por um leito às 20h02 dessa sexta-feira, conforme a Plataforma Regula RN. “Se a sociedade se aglomerar, como ocorreu no carnaval, o cenário futuro será ainda pior, como vimos em Manaus. Por isso que seguir medidas restritivas nesse momento é fundamental", alertou Ricardo Valentim.

Situação piora em 59 municípios

No Rio Grande do Norte, 59 municípios tiveram uma piora no quadro da pandemia e, até janeiro passado, quase 230 mil pessoas no Estado tiveram covid, mesmo sem saber. Isso representa 6,5% da população potiguar. As informações foram obtidas pelo Indicador Composto e pelo Inquérito Sorológico, recursos usados para traçar um mapeamento mais aprofundado da situação e auxiliar nas medidas de enfrentamento.

“Se extrapolar esse dado, de que 6,5% da população apresentou anticorpos, para todas as áreas, tem milhares de pessoas que nem sabem que têm o vírus e que estão transmitindo para outras pessoas", disse o professor Ângelo Roncalli, epidemiologista que integra o Comitê Científico. O Inquérito Sorológico tem como finalidade mapear o comportamento da covid em todas as regiões potiguares.

A Sesap, em parceria com o Instituto Amostragem do Piauí, realizou 24 mil entrevistas e exames (testes covid) em três etapas, de 8 a 24 de Janeiro, sendo 2.300 domicílios, aproximadamente, em cada etapa. O Inquérito contou com o apoio do Comitê Científico e do LAIS e foram analisados oito municípios com sede nas regionais de Saúde do Estado: Pau dos Ferros, Mossoró, Assu, Natal, João Câmara, São José de Mipibu, Santa Cruz e Caicó. As maiores prevalências foram em Caicó (12,3%), e Pau-dos-ferros (12,7%), e a menor em São José de Mipibu (5,3%). Também é maior a prevalência nos que relataram contatos tanto com pessoas suspeitas, quanto com pacientes confirmados com a doença e entre os que não adotaram o isolamento social.

Já o Indicador Composto, apresentado pelos especialistas, reúne nove variáveis e um escore com pontuação que vai de 1 a 5, onde 1 é a melhor situação e 5 a pior. O indicador apontou que mais de 75% da população do Estado vive em municípios com pontuação entre 3 e 5, ou seja, em áreas que variam entre preocupantes, graves e críticas.

Tribuna do Norte

Ministério da Saúde convoca médicos e bancará 3 mil vagas

12/03/2021

O Ministério da Saúde lançou edital com 3000 vagas para médicos de todo Brasil para atuarem no combate a covid-19.

A bolsa é paga pelo governo federal e segundo Rafael Parente, secretário de de atenção primária de Saúde, não há risco do pagamento não ocorrer. 

Confira as vagas de emprego no SINE-RN nesta sexta-feira

12/03/2021

Para concorrer às vagas, o(a) candidato(a) deve se cadastrar via Internet no Portal Emprega Brasil do Ministério do Trabalho e Emprego, através do endereço empregabrasil.mte.gov.br ou nos aplicativos Sine Fácil e Carteira de Trabalho Digital, disponíveis para Android e IOS.

Quer tirar alguma dúvida? Enquanto o atendimento presencial está suspenso, os telefones de agendamento estão disponíveis para informações. Ligue: (84) 3190-0783, 3190-0788, 98106-6367 e 98107-4226. O atendimento é de segunda a sexta, das 8h às 12h.

VEJA AS OFERTAS DE VAGAS DE EMPREGO POR OCUPAÇÃO:

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Portal Potiguar 

Menos rejeitado, Lula supera Bolsonaro em potencial de voto para 2022

07/03/2021

Em pesquisa que mede o potencial de voto de dez possíveis candidatos nas eleições presidenciais de 2022, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o único que demonstra ter mais potencial político que o atual presidente, Jair Bolsonaro (sem partido).

Menos rejeitado e mais querido, o petista está atualmente impedido de concorrer pela Lei da Ficha Limpa , embora busque mudar essa condição judicialmente. De acordo com o levantamento realizado pelo Inteligência em Pesquisa e Consultoria (Ipec), novo instituto de pesquisa de Márcia Cavallari, ex-Ibope, 50% dos entrevistados disseram que votariam ou poderiam votar em Lula , bem acima do teto de Bolsonaro, 38%. 44% afirmaram que não votariam no petista de jeito nenhum, enquanto 56% jamais votariam pela reeleição do atual presidente.

Os advogados de Lula buscam anular as sentenças que envolvem imóveis em Guarujá e Atibaia , que hoje o impedem de concorrer a cargos eletivos, mas, publicamente, o ex-presidente nega a intenção de se candidatar em 2022.

Vale destacar que a pesquisa do Ipec não calcula um possível cenário em que Lula e Bolsonaro se enfrentem, mas sim o teto e o piso de votos dos dois possíveis candidatos em 2022. As pesquisas de intenção de votos tradicionais simulam possíveis segundos turnos com dois nomes, mas a pesquisa de potencial tem outro objetivo, que é justamente medir a aceitação e a rejeição a determinado nome.

IG

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